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SHOWS do 5º Festival

ED-11

Ed11 - Editorial

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Escrito por Arthur Lopez

Gosto de Ribeirão

Julho é o mês do ano que os moradores de Ribeirão Pires mais notam a cidade em que vivem. Tudo porque o Festival do Chocolate atrai milhares de turistas que se encantam com estas terras e fazem questão de nos lembrar de como nossa cidade é tranquila, é boa de viver e, ainda por cima, tem uma festa com os principais nomes da MPB, tudo com o gosto do chocolate! Sem dúvida, ficou mais fácil de dizer “gosto de Ribeirão”. Essa reflexão só pôde ser disparada depois que a ousadia de uns filhos desta cidade desafiou para a produção de um evento que marcasse o calendário do município, da região e, agora, do Estado. A mesma ousadia está presente em outros projetos que são arduamente tocados por aqui. Um exemplo é esta revista VIRP. Procuramos inovar a cada edição, às vezes de forma mais expressiva e muitas outras em pequenas mudanças, mas sendo sempre inovadores em algo. Nada, no entanto, comparado à ousadia na capa desta edição. Tanto a ideia, como o fotógrafo, o local e principalmente a modelo são de Ribeirão. Parcerias de gente criativa, com ousadia medida e o propósito de sempre testar o novo, garantem o sucesso de projetos como este. Não é diferente com o Festival do Chocolate, que neste ano seus organizadores tiveram a coragem de passar a cobrar ingresso para garantir o futuro do evento, mais segurança e conforto, mesmo não sendo compreendidos e recebendo crítica de alguns poucos. Outro exemplo é o novo presidente do clube Ribeirão, que ousadamente abre as portas desse patrimônio da cidade para toda a comunidade, criando um projeto de futuro para essa instituição. Procuramos retratar tudo isso em nossas páginas. Estimulamos novos projetos e seguimos em um apoio sempre crítico a iniciativas e empreendimentos inovadores. Também abrimos nossas páginas para o passado recente com a história do rock e de outras manifestações artísticas da cidade, mas o propósito é incentivar a continuidade dessa produção que já foi muito marcante. Tudo isso porque temos gosto de viver aqui e queremos contaminar os demais moradores da cidade com essa reflexão, vinda dos turistas que sabem, por comparação, que viver aqui é melhor.

Boa leitura.

Arthur Lopez


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Ed11 - Design Interiores

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Escrito por Fernanda Cunha

Lareiras calor latente

A lenha, a gás ou elétrica, hum... O lema é aquecer. Atração imperdível nos dias frios, a lareira é o veículo mais antigo e atual do primitivo e encantador encontro do homem com o fogo.

A lareira antiga era construída sempre rente às paredes com buracos gigantescos para lenha e foi particularmente cuidada no quesito decoração, com muitos adornos nos períodos Luís XIV, Luís XVI e Império. Ainda há pouco tempo eram mantidas acesas apenas com lenha, e faziam parte da realidade dos sortudos moradores de casas. Atualmente, mais leves no visual e lindas como sempre, é realidade para todos. As pedras vulcânicas, as lenhas artificiais e simbólicas e até mesmo apenas a presença de chamas como os tocheiros de piso, tornam real o sonho de ter uma peça dessas em casa com as alternativas a gás e elétricas.

Já há algum tempo, presentes também nos apartamentos (não importa o tamanho do seu), dividem ou integram ambientes, mas sempre aquecem não importando se forem construídas em paredes ou sobre o chão. Lineares ou verticalizadas garantem a proporção ideal para cada tamanho de ambiente onde será inserida. Nas varandas, com os fechamentos de vidros para fachadas, possibilita a instalação, que é rápida, sem grandes intervenções.

Os materiais de revestimento não se resumem às pedras, polidas ou rústicas. Cimento queimado, placas cimentícias, porcelanatos, tijolos refratários aparentes, gesso, ou até mesmo em chapas metálicas ficam bem em qualquer estilo de decoração. Precisamos atentar somente para as linhas do desenho que devem interagir em harmonia com o ambiente ao entorno.

As coifas e dutos não ficam atrás: revestidas com placas de gesso acartonado remetem a ambientações que vão do clássico ao contemporâneo. Pintura eletrostática em diversas cores e até simulando ferrugem para compor ambientações despojadas, modernistas e rústicas. Não há limite para tanta criatividade. Ao adquiri-las, deve-se observar a proporção com o ambiente a ser inserida, dimensão do local que se quer aquecer e contexto com as peças no entorno. Quanto à montagem e construção, pode-se optar pelos kits ou pelas personalizadas com a assinatura de um profissional para valorizar qualquer idéia e torná-la única. No caso de lareiras a gás, devem ser seguidas normativas de segurança e executar sempre com equipe especializada para este tipo de serviço.

Vale também pensar em ter atitudes ecologicamente corretas e, caso optar pelo combustível a lenha, informar-se de onde provêm a madeira. Essa preocupação fará com que você se sinta de cuca fresca para curtir o calorzinho de sua lareira.

As de funcionamento a gás são as melhores opções por vários quesitos. Para a instalação basta um condutor. O acionamento é simples e seguro, em alguns minutos o ambiente é aquecido. O consumo é baixo e o efeito visual da mesa de fogo uniforme, muito bonito.
 
É quente:
• dividir ambientes com a lareira
• reservar espaço para prolongar a mesa de fogo e utilizar como apoio com diversas finalidades
• utilizar revestimentos opacos, sem brilho e sem volume (poupe as pedras polidas e tintas para decorar, existem opções melhores!)
• trazer uma estética mais contemporânea, mais “limpa” nas formas, atualmente o conceito aplicado na ambientação excede o limite da decoração, ornamentação e passa a ser integrado como elemento construtivo; a forma e a intenção bastam.
• bases quadradas, retangulares traduzem linearidade ao olhar, são perfeitas;
• são estrelas nas casas de campo;
• e praia também; insira à gás! Aos 14 graus de temperatura, já sentimos bastante frio. Invista então em peças slim discretas, no verão o visual da lareira interage como cenário, natureza; na área externa, favorece as festas e recepções;
• instalar por diversos ambientes da casa. A gás ou elétrica facilitam a instalação e não necessitam de sacrifício com a limpeza no dia seguinte;


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